O choro é invocado interiormente das emoções
que nos corróem sob a suspeita da estranheza de um
mundo que intimida a identidade.
Logo tudo se esquece, ou tudo se lembra.
E o corpo vai sofrendo as suas perdas,
E a alma a inocência vendendo...
Como um mendingo pedinte de atenção.
Com o medo ao lado,
Somente vai restando o prazer no próprio finjimento,
Finjimento esse que se transforma numa prisão de um extremo distrair.
Logo estou mais perto de ser real...
Chorando.
Luziandro Hertel Magris





Bjão da Raposa





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